Silenciar para florescer: um dia inteiro para reconectar corpo, mente e natureza
Em meio à correria, às cobranças invisíveis das redes sociais e ao excesso de informações que nos atravessam todos os dias, cresce a sensação de distanciamento dos outros e, principalmente, de nós mesmos. O mundo digital nos mantém conectados o tempo todo, mas, paradoxalmente, nos afasta da presença real, do sentir, do ouvir e do simplesmente estar. Diante desse cenário, o Retiro de Silêncio Criando com a Terra surge como um convite corajoso: desligar o celular, aquietar a mente e permitir-se viver a experiência do agora.
No dia 7 de fevereiro, das 9h às 17h, a proposta é simples e transformadora: nove horas longe das distrações digitais, imerso na natureza, experimentando o silêncio como caminho de reconexão. Ao longo do dia, os participantes serão conduzidos por práticas que integram corpo e consciência, como expressão corporal e dança, respiração consciente, meditação guiada com inspiração no mindfulness e na tradição budista, além de um mergulho criativo na modelagem em barro, elemento que nos ancora, simbolicamente, à terra e à essência.
Inspirado em vivências de arteterapia e nos retiros Zen budistas, o encontro valoriza o trabalho em silêncio como ferramenta de presença e foco. A experiência busca despertar harmonia interior, equilíbrio mental e uma conexão mais profunda com a vida, estimulando a autoexpressão e a criatividade como formas de cura e autoconhecimento.
O investimento é de R$ 160,00 para inscrição e mais R$ 160,00 no dia do evento, ou R$ 300,00 à vista. Para garantir a vaga, é necessário enviar o comprovante de inscrição pelo WhatsApp 54 99992-4461 até o dia 4 de fevereiro. O valor inclui todo o material utilizado e o almoço.
A condução será de Kira Burro, arteterapeuta, multiartista, artivista e educadora ambiental, coordenadora do espaço O Canto da Mata, e de Monica M. Rocha, psicóloga que atua com meditação e yoga desde 1994, aprofundada nas tradições Zen e Tibetana e no mindfulness, facilitando caminhos de presença, autorregulação e compaixão no cotidiano.
Um dia de pausa pode ser o início de uma nova forma de viver.

